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Ataque ao Irã é por petróleo e controle da região, dizem especialistas

Gabriel Brum - Reporter da Radio Nacional by Gabriel Brum - Reporter da Radio Nacional
28 de fevereiro de 2026
in Ultimas Noticias, Uncategorized
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Ataque ao Irã é por petróleo e controle da região, dizem especialistas

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Em meio a interesses políticos, militares e econômicos, a derrubada do regime iraniano é o objetivo de Estados Unidos e Israel, avaliam especialistas em Relações Internacionais.

O pesquisador do Instituto Nacional de Estudos sobre os Estados Unidos, Roberto Menezes, professor da Universidade de Brasília (UnB), diz que Israel tenta envolver Irã no conflito desde o início da invasão em Gaza, em 2023.

O presidente norte-americano, Donald Trump, teria hesitado, quando atacou apenas as instalações nucleares, mas agora pode ir além, segundo Menezes.

“Mas, desta vez, o governo Trump aceitou o apoio de Israel para atacar o regime iraniano. Trump, sem dúvida nenhuma, tem como objetivo principal a derrubada e a mudança de poder político no Irã”.

Para o Irã, pode ser o momento de provar a capacidade de enfrentar os adversários.

“De certa forma, é uma espécie de uma hora da verdade para o Irã, para saber se o Irã de fato tem os armamentos e se vai ter uma decisão de utilizá-los nesse conflito”.

▶️ Ouça mais: Ataque atinge escola no Irã e deixa 57 mortos, diz governo local

Demonstrar força e fortalecer a influência sobre a região é um dos objetivos de americanos e israelenses, na visão do professor de Relações Internacionais do IDP, Robson Valdez.

“A retórica incentivando a população iraniana a se insurgir contra os seus governantes sugere, também, um compromisso tanto de Israel quanto dos Estados Unidos, uma pressão para uma mudança de regime. Então acho que, no geral, trata-se de uma combinação de objetivos militares, estratégicos e políticos. Militares e estratégicos do ponto de vista de Israel, de neutralizar a projeção regional do Irã. Dos Estados Unidos, de demonstrar força globalmente e politicamente de buscar pressionar uma mudança de regime no Irã”.

O professor de Geopolítica do Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Paraná, João Alfredo Niegray, vê ainda interesse no controle do petróleo.

“Quando os Estados Unidos pegam o Nicolás Maduro e transformam, ou tentam transformar a Venezuela de um país antagonista num país que envie petróleo para ele, e agora a gente vê essa questão dos Estados Unidos atacarem o Irã, eu enxergo esses movimentos como parte de uma agenda um pouco maior para que os Estados Unidos acabem tendo o controle dos maiores produtores globais de commodities energéticas para dificultar o acesso da China”.

Uma possível retaliação do Irã é o fechamento do Estreiro de Ormuz, por onde passa um quinto do petróleo mundial. É o que acredita Robson Valdez.

“Traz um impacto muito grande para toda a economia mundial no curto e médio prazo. Outro impacto imediato é a instabilidade militar. A volatilidade nos mercados globais de energia, segurança, aviação”.

▶️ Ouça mais: ONU condena ataques a Irã: “prejudica segurança internacional”

Escalada do conflito?

João Niegray diz que os bombardeios iranianos a bases americanas em países vizinhos pode fazê-los se posicionarem.

“Esses países atacados hoje são muito mais aliados aos Estados Unidos. Então, ou eles respondem de maneira conjunta, ou eles vão pressionar os Estados Unidos e Israel para a pacificação na região”.

Estados Unidos e Israel afirmam que os ataques são para a própria segurança. Já o Irã diz que as agressões não têm motivo e que vai exercer o direito à autodefesa até que os ataques sejam interrompidos.

Em meio a interesses políticos, militares e econômicos, a derrubada do regime iraniano é o objetivo de Estados Unidos e Israel, avaliam especialistas em Relações Internacionais.

O pesquisador do Instituto Nacional de Estudos sobre os Estados Unidos, Roberto Menezes, professor da Universidade de Brasília (UnB), diz que Israel tenta envolver Irã no conflito desde o início da invasão em Gaza, em 2023.

O presidente norte-americano, Donald Trump, teria hesitado, quando atacou apenas as instalações nucleares, mas agora pode ir além, segundo Menezes.

“Mas, desta vez, o governo Trump aceitou o apoio de Israel para atacar o regime iraniano. Trump, sem dúvida nenhuma, tem como objetivo principal a derrubada e a mudança de poder político no Irã”.

Para o Irã, pode ser o momento de provar a capacidade de enfrentar os adversários.

“De certa forma, é uma espécie de uma hora da verdade para o Irã, para saber se o Irã de fato tem os armamentos e se vai ter uma decisão de utilizá-los nesse conflito”.

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Demonstrar força e fortalecer a influência sobre a região é um dos objetivos de americanos e israelenses, na visão do professor de Relações Internacionais do IDP, Robson Valdez.

“A retórica incentivando a população iraniana a se insurgir contra os seus governantes sugere, também, um compromisso tanto de Israel quanto dos Estados Unidos, uma pressão para uma mudança de regime. Então acho que, no geral, trata-se de uma combinação de objetivos militares, estratégicos e políticos. Militares e estratégicos do ponto de vista de Israel, de neutralizar a projeção regional do Irã. Dos Estados Unidos, de demonstrar força globalmente e politicamente de buscar pressionar uma mudança de regime no Irã”.

O professor de Geopolítica do Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Paraná, João Alfredo Niegray, vê ainda interesse no controle do petróleo.

“Quando os Estados Unidos pegam o Nicolás Maduro e transformam, ou tentam transformar a Venezuela de um país antagonista num país que envie petróleo para ele, e agora a gente vê essa questão dos Estados Unidos atacarem o Irã, eu enxergo esses movimentos como parte de uma agenda um pouco maior para que os Estados Unidos acabem tendo o controle dos maiores produtores globais de commodities energéticas para dificultar o acesso da China”.

Uma possível retaliação do Irã é o fechamento do Estreiro de Ormuz, por onde passa um quinto do petróleo mundial. É o que acredita Robson Valdez.

“Traz um impacto muito grande para toda a economia mundial no curto e médio prazo. Outro impacto imediato é a instabilidade militar. A volatilidade nos mercados globais de energia, segurança, aviação”.

▶️ Ouça mais: ONU condena ataques a Irã: “prejudica segurança internacional”

Escalada do conflito?

João Niegray diz que os bombardeios iranianos a bases americanas em países vizinhos pode fazê-los se posicionarem.

“Esses países atacados hoje são muito mais aliados aos Estados Unidos. Então, ou eles respondem de maneira conjunta, ou eles vão pressionar os Estados Unidos e Israel para a pacificação na região”.

Estados Unidos e Israel afirmam que os ataques são para a própria segurança. Já o Irã diz que as agressões não têm motivo e que vai exercer o direito à autodefesa até que os ataques sejam interrompidos.

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