
A Justiça Federal determinou a realização de uma perícia para verificar danos causados aos indígenas pela Usina Hidrelétrica de Belo Monte. A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência será responsável por essa auditoria.

A decisão é do Tribunal Regional Federal da 1ª Região e atendeu a uma ação do Ministério Público Federal, solicitando a perícia para revelar a real magnitude do impacto da usina sobre 11 terras indígenas, 9 etnias e uma área de 5 milhões de hectares.
O MPF alega que a usina causou problemas que não foram previstos no licenciamento ambiental. Por isso a necessidade de se identificar e medir os danos para reparação adequada.
Lideranças do povo Arara, que vive na região afetada por Belo Monte, relatam invasões, desmatamento e prejuízos no modo de vida e segurança alimentar. Isso porque as mudanças no rio afetaram diretamente práticas tradicionais de subsistência.
A empresa Norte Energia, concessionária da usina, pedia o trancamento da ação para aguardar pareceres do Ibama e da Funai. O MPF questionou essa posição, já que o pedido de perícia serve justamente para apontar possíveis falhas e omissões desses órgãos no licenciamento.

A Justiça Federal determinou a realização de uma perícia para verificar danos causados aos indígenas pela Usina Hidrelétrica de Belo Monte. A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência será responsável por essa auditoria.

A decisão é do Tribunal Regional Federal da 1ª Região e atendeu a uma ação do Ministério Público Federal, solicitando a perícia para revelar a real magnitude do impacto da usina sobre 11 terras indígenas, 9 etnias e uma área de 5 milhões de hectares.
O MPF alega que a usina causou problemas que não foram previstos no licenciamento ambiental. Por isso a necessidade de se identificar e medir os danos para reparação adequada.
Lideranças do povo Arara, que vive na região afetada por Belo Monte, relatam invasões, desmatamento e prejuízos no modo de vida e segurança alimentar. Isso porque as mudanças no rio afetaram diretamente práticas tradicionais de subsistência.
A empresa Norte Energia, concessionária da usina, pedia o trancamento da ação para aguardar pareceres do Ibama e da Funai. O MPF questionou essa posição, já que o pedido de perícia serve justamente para apontar possíveis falhas e omissões desses órgãos no licenciamento.











